The Hunger Games e mais!

Eu estava desesperada por leitura, para encontrar alguma forma de suprir os dois anos de abandono à minha paixão, então pesquisei, pesquisei muito, e me lembrei de uma música de Taylor Swift, que ela fez para o filme de The Hunger Games…

Me peguei imaginando o que seria The Hunger Games e então descobri do que se tratava a história, que o filme tinha sido baseado num livro – na verdade, uma trilogia completa – de mesmo nome, e foi aí, que me apaixonei pela história. Apenas visitando alguns sites e lendo algumas sinopses.

Assisti ao filme, porque na verdade eu não queria gastar meu dinheiro num box que contasse uma história que não valesse a pena e foi aí que me peguei completamente viciada nessa história fantástica!

Assisti o filme duas vezes, enquanto esperava ansiosa pela chegada dos meus livros. Li O Milagre, de Nicholas Sparks, para tentar passar o tempo e então, finalmente!, eles chegaram.

Eu parecia uma idiota com aquele sorriso bobo de quem acabou de tocar a coisa mais incrível do universo. Eu parecia mesmo uma criança, como se nunca antes tivesse tocado um livro.

E eu não tinha essa sensação de preenchimento há muito muito muito tempo. Claro que no final do ano passado eu andei fazendo umas leituras, que foi o que me trouxe de volta esse amor desenfreado por livros, mas eu não sentia essa necessidade, alegria e emoção por um livro desde A Mediadora, de Meg Cabot. A Mediadora foi a primeiríssima coleção de livros que li na vida, e eu me sentia tão completa vivendo as emoções de Susannah e Jesse quanto agora, lendo sobre Katniss e Peeta.

Ah, eu amo Peeta!

Como é bom ler, como é bom viajar para aquele cantinho especial, o mundo dos livros, um lugar diferente, conhecer o que há dentro da imaginação de cada escritor empenhado e apaixonado, que escreveu aquela história com tudo o que tinha dentro do seu coração…

E eu sei que é assim, porque é assim que eu me sinto quanto escrevo um trecho do meu livro, mesmo que eu saiba que ele nunca vai ser terminado, que eu nunca vou escrevê-lo do começo ao fim, que eu nunca vou ter ele nunca capa incrivelmente elaborada, impresso numa folha de papel dessas bem grossas e quase amarronzadas e cheirando a história quentinha…

Eu me sinto feliz e transformo em palavras tudo o que eu tenho para aquela história. E eu sei que essa história tem um potencial incrível, mas nunca vou ser capaz de compartilhá-la com ninguém mais além de mim mesma, então guardo isso profundamente dentro de mim e leio o livro dos outros, porque de uma maneira ou de outra eu me sinto lá, no meu mundo que criei para viver a história de Henry e a brasileira. A brasileira que ainda não tem um nome adequado para demonstrar sua fragilidade, amor, força e perseverança, porque nenhum nome parece demonstrar ainda quem ela é de verdade.

Beijos,

mmariah.

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