Música + Letra

Oi!

Tô sendo um pouco piegas. Copiei o nome do filme na cara dura – inverti a ordem e coloquei um + no lugar do & pra ficar mais cool, mas dá na mesma.

É que eu queria falar um pouco de como eu gosto de cantar e de escrever. Eu já falei isso aqui? Eu adoro cantar, tenho muita paixão por isso mesmo. Às vezes eu queria que minha voz fosse um pouquinho melhor, para eu não desafinar quando chegasse naquelas notas mais difíceis, sabe? Cantar me acalma, me envolve, me embala, me acolhe.

Assim também acontece com as palavras. Eu amo escrever – o que eu penso, o que eu sinto, o que eu vejo, o que eu ouço. Eu gosto de pensar que está tudo preso ali no papel, eu gosto de organizar as coisas desse jeito.

Eu queria que houvesse um jeito de manter as duas coisas sempre vivas na minha vida, mas eu acho que é quase impossível. Digo isso porque eu – e vocês – sabemos que por muito tempo eu não escrevi nada, né? Agora que eu tô voltando, agora que eu tô deixando meus dedos voarem soltos novamente pelo teclado, traduzindo meus pensamentos e tirando tudo para ser guardada numa página da web.

Engraçado que eu tinha esquecido como isso é gostoso… Tirar os pensamentos de lá de dentro da minha caixola e depositá-los num lugar seguro. Eu sei que um dia eu vou ler e não vou saber o que exatamente eu estava sentindo, porque eu compartilho meus sentimentos aqui completamente fora de contexto, mas eu gosto de saber que meus sentimentos descontextualizados produziram algo tão legal quanto um texto.

Eu adoro descontextualizar o que eu sinto. O que a música e cantar têm a ver com isso? Simples: a música me faz pensar. Escrever guarda os meus pensamentos.

Queria escrever aquele meu livro. Queria publicá-lo. Queria que todo mundo sentisse um pouquinho do que eu sinto só através da conexão com as minhas palavras escritas num papel – ou seriam vários papéis?

Nossa, agora vou fugir do assunto, mas só pra deixar marcado: antes de ontem eu estava pensando no coletivo das coisas… Tipo, coletivo de peixe é cardume, coletivo de lobo é matilha… Coletivo de páginas é livro. hahahahaha Me chame de louca.

Enfim, acho que não tenho muito mais o que escrever. Só que era tarde, me deu vontade de escrever, eu vim aqui e escrevi. Estou feliz que eu deixei meu pensamento livre de novo. Prometo tentar fazer isso mais vezes. Por mim. Por nós. Pela nossa conexão – eu e as palvras, eu e a música, eu e a vida.

Um beijo. Um queijo. Um chamego.

Nina

 

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